Urubá

O mundo espiritual ao seu redor passa muito mais pelo terceiro olho do que pelos olhos físicos. O invisível aos olhos de Luiz não é invisível à sua sensibilidade espiritual.
Promessa de um Amor Selvagem

Ao entrar de penetra em uma festa, um jovem rapaz descobre que esta será a sua última noite.
Firmina

Uma pintora idosa, ao mudar-se para seu novo apartamento, fica presa e incomunicável. Ao ouvir os gritos de socorro vindo do andar de baixo, ela precisa correr contra o tempo para salvar a vizinha.
O Fim da Imagem

A imagem entrou em crise existencial e está a assombrar a humanidade.
Cicatriz Tatuada

Um grupo de jovens negrxs encontra uma anciã indígena na porta de um antigo mercado de escravos. Diante das perguntas ela resolve contar o que não foi dito sobre o local, sobre o antes, sobre o tempo antes do tempo.
Fantasma Neon

Um entregador de aplicativo sonha em ter uma moto. Disseram a ele que tudo seria como um filme musical.
Cem pilum – A história do dilúvio

Narrado no idioma Dessana, CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO é o resgate de uma das histórias contadas pelo líder do povo Dessana Feliciano Lana, fazendo uma homenagem ao artista, que foi vítima da covid 19 e faleceu em 12 de maio de 2020. No tempo antigo, existiam mais animais ferozes do que pessoas. Então, Deus Criador ordenou o dilúvio
A invenção do outro

Em 2019, a Funai realiza expedição na Amazônia, Vale do Javari, na tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Peru, para tentar encontrar e estabelecer o primeiro contato com um grupo de indígenas isolados da etnia dos Korubos em estado de vulnerabilidade e ainda promover um delicado reencontro com parte da família já contactada poucos anos antes.
Tudo o que você podia ser

É o último dia de Aisha em Belo Horizonte. Acompanhamos a despedida na companhia de suas melhores amigas: Bramma, Igui e Will. Por meio do cotidiano e dos encontros entre as personagens, o filme tece um retrato afetuoso sobre a família que se escolhe constituir através do valor da amizade.
Mesmo que tudo dê errado, já deu tudo certo

Maria Valéria Rezende, um dos maiores nomes da literatura contemporânea brasileira, conversa sobre suas andanças pelo mundo, a resistência à ditadura, a opção pelos invisíveis, as influências, o movimento Mulherio das Letras. Com humor, questiona rótulos como o de “freira feminista” e “freira comunista”.